Vereador é preso em Murutinga do Sul, SP

Na manhã desta sexta-feira, 12 de abril, um vereador de Murutinga do Sul, SP, foi preso pela Polícia Civil durante uma operação contra fraudes em vestibulares para cursos de medicina.

O vereador que foi detido atende pelo nome  de Adeilto de Oliveira que foi preso temporariamente, segundo a Polícia o vereador é irmão do homem que é o principal suspeito de ser o líder do esquema de fraudes em vestibulares, a participação a qual o vereador teve no esquema não foi divulgada pela Polícia.

Adeilto foi preso durante a operação “Asclépio” realizada na manhã desta sexta, 12, em parceria com o Ministério Público (MP) em Presidente Prudente, SP, a operação tem como objetivo combater uma organização criminosa que supostamente venderia vagas em universidades, ao todo 17 pessoas foram presas durante a operação.

A investigação apontou que existe um grupo de pessoas que são ligadas à Universidade Brasil que tem uma unidade em Fernandopolis, SP, que também estariam envolvidos no esquema de golpes.

Duas pessoas foram presas em Fernandopolis, SP, durante a operação, mas de acordo com a Polícia estas pessoas não tem relação com à Universidade Brasil e seriam outras pessoas envolvidas com a organização criminosa.

Esquema

De acordo com a Polícia Civil, as investigações começaram após apuração de denúncia de um eventual esquema de fraude no vestibular para medicina da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), em abril de 2017.

Segundo a Polícia informou a direção da unidade descobriu que “terceiras pessoas” haviam se passado por cinco candidatos e feito as provas.

A Vunesp, organizadora do vestibular, ainda de acordo com a Polícia Civil, constatou “inconsistências” nas identificações datiloscópicas, assinaturas nas folhas de respostas e nas imagens captadas dos candidatos aprovados – em comparação com alunos matriculados no curso.

De acordo com a investigação, o articulador do esquema cobrava entre R$ 80 mil e R$ 120 mil por vaga – negociados de forma parcelada ou até mediante permuta de bens e imóveis.

A polícia diz que, por conta do alto número de alunos, só os familiares do articulador do esquema não teriam condições de atender toda a “oferta de vagas” em universidades particulares e a procura de interessados.

Com informações do G1.

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