Altas Horas 13/12/2025: Djavan, Fátima Bernardes, Gabriel Leone, Sheron Menezes e mais!

O Altas Horas deste sábado, 13 de dezembro, celebra a carreira e vida de um dos maiores artistas brasileiros: Djavan.
No palco, o cantor apresenta sucessos, compartilha memórias raras e divide o espaço com fãs declarados — de diferentes gerações e trajetórias — que contam como sua música os marcou.
O artista presenteia o público com interpretações de canções como “Sina”, “Eu Te Devoro”, “Oceano”, e outras que estão na memória afetiva de todo o país. Entre as histórias de seus 50 anos de carreira, recorda encontros com outros importantes nomes da música, como com Gal Costa: “Ela foi minha maior intérprete. Gravou 13 músicas minhas”, diz, antes de cantar “O Vento” em homenagem à amiga. “Compus essa em 1987, e ela gravou na época, eu nunca tinha gravado”.
A noite também é marcada pela presença da Trivia, banda formado por filhos e netos do artista, que mostra no palco a combinação entre modernidade e herança musical. O músico e produtor Max Viana, filho de Djavan, conta o processo de construção do grupo: “Parece que me preparei a vida inteira pra trabalhar com eles. Eles começaram com a internet, com beats prontos. Levei para estúdio e começamos a produzir do zero”. A banda apresenta sua leitura de “Açaí” e mostra ainda uma faixa autoral.
Entre os convidados, Fátima Bernardes relembra o impacto imediato que sentiu ao ouvir o artista pela primeira vez: “A primeira música que ouvi foi ‘Flor de Lis’, me capturou”. Já o ator Gabriel Leone destaca a presença do cantor na sua formação musical: “Quando criança, no carro dos meus pais, sempre tinha os dois discos ao vivo. Sempre me pegou a forma de interpretar, as harmonias tão imprevisíveis”.
A atriz Sheron Menezzes compartilha como a música do artista a acompanha: “Sou completamente apaixonada. A voz do Djavan entra pelos poros. Cresci vendo novela, ouvindo suas trilhas. E quando engravidei, ‘Pétala’ virou outra coisa: ‘viver é todo sacrifício feito em seu nome’ — passou a ser sobre meu filho”.
E o comentarista Júnior lembra do início de suas carreiras, que correram em paralelo: “Quando ele começava, eu também estava começando a minha. Sou da geração da Fátima: ‘Flor de Lis’ me pegou pelo samba. Na época dele, veio muita gente com voz firme, mas sem a leveza dele. Ele canta interpretando”.
O Altas Horas começa logo após mais um capitulo da novela Três Graças, não perca!




