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Conheça os 20 participantes do Exathlon Brasil

Foto: Divulgação

O reality show Exathlon Brasil começa na próxima segunda-feira, dia 25, mas os competidores já estão se preparando para as provas e desafios que os esperam na República Dominicana.

Em entrevista ao Portal da Band, os integrantes da equipe Heróis listaram seus pontos fortes na competição e os pontos fracos, que tentarão superar para conquistar o prêmio de R$ 350 mil. Confira:

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Alline Calandrini, jogadora de futebol

“Vou tirar de letra a questão de ficar um tempo sem comer porque eu faço aquele jejum intermitente – durmo sem comer, acordo e vou almoçar por volta das 13 horas. Também sou capitã da minha equipe, então eu tenho esse lado de liderança, de apaziguar certas situações. Agora, a minha cabeça pode me passar a perna. Eu sou competitiva, mas fico um pouco insegura”.

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Ana Tapajós, apresentadora e esportista

“Eu trabalho muito bem sob pressão e acho que isso pode me ajudar. O meu ponto forte será meu próprio controle da minha mente. Já um ponto franco será minha forma física, porque eu estou um pouco despreparada. Todos os outros são grandes atletas que treinam muito e estão treinando”.

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Betina Schmidt, ex-jogadora de vôlei

“Todas as experiências que eu tive e tudo que eu já passei me tornaram uma pessoa versátil. Não sei se chega a ser uma vantagem real em relação as outras pessoas, mas acredito que conseguirei ter uma versatilidade para os vários tipos de desafios. Agora o meu ponto fraco será o sono. Fome também, mas sono é algo que me preocupa muito mais”.

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Dani Hypólito, ginasta

“Minha determinação será meu ponto forte, porque a gente tem que ser focada e determinada quando se é atleta. Agora, um ponto fraco eu não vou saber qual falar. Acho que todo mundo tem pontos fracos. Nenhuma pessoa é 100% forte ou 100% fraca”.

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Giba, campeão olímpico de vôlei

“Não sei qual vai ser meu ponto forte ou meu ponto fraco, só chegando lá na República Dominicana para saber. O que eu sei é que caminha muito perto um do outro e você não pode deixar só um sobressair. Vai ser uma briga boa porque haverá vários atletas que passaram por muita pressão e sabem como é ter o peso de um país inteiro em cima de você”.

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Marcel Stürmer, patinador

“Como ponto forte, irei usar as experiências que eu tive como atleta nos momentos cruciais. Já o meu ponto fraco será a saudade e a distância de todo mundo, não ter contato com meus amigos, minha família e as pessoas que eu gosto”.

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Maurren Maggi, campeã olímpica de salto

“A garra, a coragem de enfrentar desafios e a vontade de vencer serão meus pontos fortes na competição. O meu ponto fraco será passar fome. O resto eu tiro de letra”.

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Pedro Scooby, surfista

“Eu acho que vou me destacar com a minha criatividade. Já meu ponto fraco é o fato de eu estar voltando de férias, então eu não estou no meu melhor momento físico. Acredito que daqui um mês, fazendo várias provas e exercícios, estarei em plena forma física novamente”.

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Ricardo Barbato, empresário

“Dormir pouco e passar fome serão os grandes desafios. Eu me preocupo um pouco com a falta de comida e com a qualidade de sono que vou ter lá. Já meu ponto forte será o foco na superação pessoal e não na competitividade alheia”.

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Rodrigo West, fotógrafo

“Acho que passar fome vai ser o mais desafiador para mim, mas vou deixar para explorar o meu ponto fraco lá no Exathlon. Meu ponto forte será meu equilíbrio, de uma forma geral. Eu tenho uma cabeça boa. Como eu fiz muitos esportes, poderei ajudar a equipe de várias formas. Vou tentar ao máximo”.

 

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Em entrevista ao Portal da Band, os integrantes da equipe Guerreiros listaram seus pontos fortes na competição e os pontos fracos, que tentarão superar para conquistar o prêmio de R$ 350 mil. Confira:

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Carolina Almeida, engenheira de produção

“Pela minha formação em engenharia, acredito que vou ser um pouco mais estratégica e ter um olhar mais analítico. Já meu pronto fraco pode ser algum esporte que eu não pratique. Tem muitos caras que correm maratonas e eu nunca corri maratona na vida. E pode ser que eu não seja a melhor pessoa em provas de extrema resistência”.

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Jorge Goston, professor de Crossfit

“Meu ponto forte será a minha determinação. Eu sou muito determinado no que eu faço. Já meu ponto fraco é a minha insegurança. Às vezes eu acho que eu estou aquém de alguém ou de alguma coisa”.

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Juliana Findikoglu, modelo

“Confiança em mim mesma, força e facilidade de viver em ambientes naturais sem confronto e dificuldade extrema. O ponto fraco seria minha ingenuidade e perder, porque não gosto de perder”

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Kauane Ribeiro, professora de Taekwondo e Circo

“Minha estratégia será meu ponto forte. Eu tenho uma visão do antes, consigo traçar estratégias. Sou uma pessoa bem estrategista. E o emocional deve ser o meu ponto fraco. E a questão da higiene também, porque eu sou uma pessoa muito vaidosa”.

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Miguel Benedetti, segurança

“Vou saber lidar com o ambiente. A dificuldade que vamos ter lá não é para qualquer pessoa. Eu tenho um grande conhecimento de natureza, então é um ponto em que eu vou me sair bem. O ponto negativo será a parte social, em equipe. Eu nunca fui ficar de esperando o que a outra pessoa ia fazer, sempre fui um cara muito individual. A partir do momento que você é individualista, você se preocupa só com você”.

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Nick Pirola, vendedor

“Eu acredito que o equilíbrio emocional, o planejamento, o foco e o companheirismo serão meus pontos fortes no Exathlon. Não sei qual será o meu ponto fraco, mas nós todos estaremos bem debilitados e vamos precisar manter o psicológico forte. Então, talvez isso possa derrubar muita gente, inclusive a mim”.

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Nina Monteiro, nutricionista

“Eu sou muito destemida e muito focada. Já a parte competitiva pode ser muito boa, mas também pode ser muito ruim porque imagino que eu vá ficar chateada se eu perder – e isso pode afetar a minha cabeça e o meu desempenho. Perder uma prova pode afetar meu estado psicológico”.

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Renato Nicoli, modelo

“Eu estou acostumado a dormir no meio do mato, eu acampo na minha cidade. Estou acostumado a praticar jejum, então comida não deve ser um problema também. Estou pronto para qualquer desafio. Vou até o meu limite. Acho que eu só teria medo se me mandassem pular de paraquedas”.

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Sul Rosa, vendedora e corredora

“Meu ponto forte é a persistência. Sou muito insistente e muito persistente. Corro atrás do que eu quero, no que eu busco. Para mim, desistir de algo é muito difícil. Já meu ponto fraco é que eu sou teimosa”.

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Vance Poubel, professor de Parkour

“Por causa do Paurkor, eu tenho que lidar com riscos mais intensos – desde tomar um tiro de um segurança até uma parede quebrar. É outra responsabilidade sobre o treino e outra forma de relação com o risco. Então, acho que vai ser uma vantagem em relação aos atletas de elite, que estão focados mais em resistência. Agora a sociabilidade vai ser meu ponto fraco. Eu sou ridiculamente antissocial. Eu não bebo álcool, eu não saio à noite e eu acho todo mundo chato”.

Fonte: Portal Band

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